segunda-feira, 31 de maio de 2010
3D pode fazer mal à visão?

Domingo, Maio 09, 2010 Postado por Rodrigo Alhadef
Espectadores vão ao cinema na espera de curtir um bom filme com uma infinidade de imagens saltando da tela. Mas, no lugar da satisfação que isso deveria causar, alguns sentem uma tremenda dor de cabeça e náuseas insuportáveis. Já aconteceu com você? Não se preocupe, várias pessoas já passarm pelo mesmo problema. O elevado número de pessoas reclamando de incômodos deste tipo tem feito alguns pesquisadores começarem a investigar os efeitos dos filmes 3D na visão.
Mas por que, afinal, há o incômodo relacionado às imagens em 3D? Ao olhar uma imagem em três dimensões na tela do cinema, o que você vê, na verdade, são duas imagens um pouco deslocadas horizontalmente uma da outra - o filtro nas lentes dos óculos faz com que cada olho capte uma delas. O cérebro une essas duas imagens em uma só, gerando a noção de profundidade. O mecanismo é o mesmo no dia a dia: os olhos se movimentam dentro da cavidade ocular. Eles vão um pouco para dentro ou para fora e as retinas se adaptam para que a mesma imagem esteja no centro. A isso chamamos de convergência - é esse o processo que nos dá a noção de profundidade.
A diferença entre a tela do cinema e a vida real, é que, quando observam objetos reais, seus olhos também se acomodam a uma diferença de foco, já que as imagens estão de fato a distâncias diferentes. No 3D essa distância é falsa - os objetos estão todos no mesmo plano, na tela. Por isso, pesquisadores acreditam que algumas pessoas podem ter problemas de ajustamento entre a acomodação e a convergência dos olhos.
“Os espectadores têm de focar a uma distância (aquela entre a tela e os olhos), mas convergir a outra (aquela em que os objetos 3D parecem estar). Isso deve ser a causa do desconforto. No 3D, a ligação natural entre convergência e acomodação está quebrada”, disse à Technology Review o professor optometria da Universidade da Califórnia, Martin Banks. Ele e sua equipe trabalham no desenvolvimento de um equipamento capaz de resolver esse problema. Esperam restaurar a defasagem com uma lente diante dos olhos que focaria os objetos da tela antes deles chegarem à retina.
Sobre a possibilidade de danos permanentes, o oftamologista e professor da Unifesp Augusto Paranhos tranquiliza. “A rigor, não existe nenhum distúrbio definitivo por assistir 3D demais. O que existe é um mal-estar momentâneo, que vai levar a pessoa a se sentir indisposta e parar de assistir”, diz. O desconforto, em sua opinião, funcionaria como uma espécie de proteção contra danos. “Não acredito que alguém vá continuar insistindo em algo que cause náuseas e dores de cabeça. A pessoa vai se sentir mal e parar de assistir 3D. O próprio mal-estar acaba limitando as conseqüências”.
Paranhos cita outras três situações em que o mal estar pode ocorrer e alguns passos que você deve seguir antes de se preocupar.
1) Se você estiver mal posicionado no cinema (ou diante do televisor), as imagens chegam aos seus olhos em um ângulo desfavorável. Troque de lugar.
2) Se você mudar de lugar e não adiantar, existe a possibilidade de o 3D ser mal feito. As imagens relativas ao olho esquerdo e ao olho direito devem estar levemente deslocadas horizontalmente uma da outra. Se houver qualquer tipo de desvio vertical, por menor que seja, seus olhos terão dificuldades de adaptação e você se sentirá mal. Desista do filme.
3) Se todo filme que assiste causar-lhe mal estar, talvez você tenha um probleminha de convergência nos olhos. Somente neste caso é preciso procurar um oftalmologista.
Fonte: Revista Galileu
por Mariana Lucena
domingo, 13 de dezembro de 2009
Férias!
Obrigado a todos que visitaram o meu blog nesse ano de 2009 um feliz natal e um próspero ano novo, em 2010 voltaremos com muitas novidades, aguardem, Um abraço a Todos.
PARABÉNS A HENRIQUE PATRIOTA UPE 2010 MATEMÁTICA e a
LUANA ROBERTA UPE 2010 PSICOLOGIA.
PARABÉNS A HENRIQUE PATRIOTA UPE 2010 MATEMÁTICA e a
LUANA ROBERTA UPE 2010 PSICOLOGIA.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
NOVA PROVA DO ENEM
MEC já tem nova prova do Enem elaborada, diz Haddad
O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou nesta manhã em entrevista ao programa "Bom Dia, Brasil", da TV Globo, que o Ministério da Educação dispõe de "um banco de itens" com "uma nova prova elaborada" para ser aplicada em substituição à avaliação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que seria realizada no fim de semana, mas foi cancelada por causa de fraude revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo Haddad, as questões do banco de dados foram preparadas para esse tipo de eventualidade. O tempo necessário para aplicação da segunda prova, informou o ministro, é o de impressão. Ele não precisou em quantos dias a nova versão estará pronta, mas observou que será necessária a impressão de cópias para mais de 4 milhões de estudantes inscritos, o que levará "algumas semanas". No início da tarde, Haddad dará entrevista coletiva para falar sobre o assunto.
O ministro comentou que nunca ocorreu o furto de um exemplar de uma prova do Enem. "E os indícios são fortes de que houve a subtração de um exemplar. Chegou ao nosso conhecimento, por uma jornalista do jornal O Estado de S. Paulo, uma descrição do que ela foi capaz de ver, nas mãos do criminoso, e a equipe técnica do MEC foi à sala-cofre do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) e constatou que a descrição que ela fazia correspondia a alguns itens da prova", contou o ministro.
A venda de um exemplar da prova foi proposta ao Estado por um homem que procurou a reportagem e pediu R$ 500 mil. "Nós não vimos o material", disse Haddad, "até porque ele não o entregou para a jornalista, mas, diante da evidência, não nos resta outra opção a não ser adiar a aplicação da prova e reformulá-la, porque essa prova impressa está comprometida." O ministro acrescentou que será feita, agora, não apenas uma investigação para identificar e prender os autores da fraude, mas também para descobrir como foi possível o furto de um exemplar da prova.
Haddad disse que, "graças à atuação do jornal O Estado de S. Paulo", que alertou o ministério, foi possível identificar o furto do exemplar e adiar a prova. Ele assegurou que não haverá consequências para os estudantes inscritos. "Quem está inscrito permanece inscrito. Basta aguardar a nova data e usar o tempo que ganhou em função desse incidente para continuar estudando normalmente, como se fosse fazer a prova daqui a algumas semanas", aconselhou.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou nesta manhã em entrevista ao programa "Bom Dia, Brasil", da TV Globo, que o Ministério da Educação dispõe de "um banco de itens" com "uma nova prova elaborada" para ser aplicada em substituição à avaliação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que seria realizada no fim de semana, mas foi cancelada por causa de fraude revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo Haddad, as questões do banco de dados foram preparadas para esse tipo de eventualidade. O tempo necessário para aplicação da segunda prova, informou o ministro, é o de impressão. Ele não precisou em quantos dias a nova versão estará pronta, mas observou que será necessária a impressão de cópias para mais de 4 milhões de estudantes inscritos, o que levará "algumas semanas". No início da tarde, Haddad dará entrevista coletiva para falar sobre o assunto.
O ministro comentou que nunca ocorreu o furto de um exemplar de uma prova do Enem. "E os indícios são fortes de que houve a subtração de um exemplar. Chegou ao nosso conhecimento, por uma jornalista do jornal O Estado de S. Paulo, uma descrição do que ela foi capaz de ver, nas mãos do criminoso, e a equipe técnica do MEC foi à sala-cofre do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) e constatou que a descrição que ela fazia correspondia a alguns itens da prova", contou o ministro.
A venda de um exemplar da prova foi proposta ao Estado por um homem que procurou a reportagem e pediu R$ 500 mil. "Nós não vimos o material", disse Haddad, "até porque ele não o entregou para a jornalista, mas, diante da evidência, não nos resta outra opção a não ser adiar a aplicação da prova e reformulá-la, porque essa prova impressa está comprometida." O ministro acrescentou que será feita, agora, não apenas uma investigação para identificar e prender os autores da fraude, mas também para descobrir como foi possível o furto de um exemplar da prova.
Haddad disse que, "graças à atuação do jornal O Estado de S. Paulo", que alertou o ministério, foi possível identificar o furto do exemplar e adiar a prova. Ele assegurou que não haverá consequências para os estudantes inscritos. "Quem está inscrito permanece inscrito. Basta aguardar a nova data e usar o tempo que ganhou em função desse incidente para continuar estudando normalmente, como se fosse fazer a prova daqui a algumas semanas", aconselhou.
ENEM CANCELADO
Prova vaza e Enem é cancelado, diz jornal
Cópias das provas do fim de semana foram oferecidas ao Estado de São Paulo
O Ministério da Educação decidiu cancelar o Enem por evidências de que a prova que seria aplicada neste fim de semana vazou. A informação foi revelada em reportagem do site do jornal O Estado de São Paulo. Ao ser informado, o ministro Fernando Haddad teria decidido pela não realização do exame neste final de semana.
O jornal foi procurado na tarde de quarta-feira por um homem que dizia possuir cópias das provas de sábado e domingo e queria R$ 500 mil para entregá-las. Após consultar o material para checar sua veracidade, sem se comprometer com sua compra, as infomações foram repassadas por telefone e e-mail para o ministro, e a fraude foi confirmada por técnicos do Inep, órgão responsável pelo Enem.
O MEC tem uma outra versão da prova pronta, e pretende aplicar o exame em 45 dias, segundo o Estadão.
ZEROHORA.COM
Cópias das provas do fim de semana foram oferecidas ao Estado de São Paulo
O Ministério da Educação decidiu cancelar o Enem por evidências de que a prova que seria aplicada neste fim de semana vazou. A informação foi revelada em reportagem do site do jornal O Estado de São Paulo. Ao ser informado, o ministro Fernando Haddad teria decidido pela não realização do exame neste final de semana.
O jornal foi procurado na tarde de quarta-feira por um homem que dizia possuir cópias das provas de sábado e domingo e queria R$ 500 mil para entregá-las. Após consultar o material para checar sua veracidade, sem se comprometer com sua compra, as infomações foram repassadas por telefone e e-mail para o ministro, e a fraude foi confirmada por técnicos do Inep, órgão responsável pelo Enem.
O MEC tem uma outra versão da prova pronta, e pretende aplicar o exame em 45 dias, segundo o Estadão.
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