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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Prova do Enem 2010 com gabarito SABADO)

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Cientistas sintetizam elemento de número 117


Há pouco tempo, cientistas conseguiram sintetizar pela primeira vez átomos do elemento químico de número 117, que não existe na natureza. A informação foi divulgada pelo Laboratório Nacional Oak Ridge, dos Estados Unidos.

O experimento que produziu o elemento 117, que ainda está sem nome, foi realizado por uma equipe do Instituto de Pesquisa Nuclear da Rússia, em colaboração com cientistas americanos. Por meio da colisão entre átomos de outros elementos, foram produzidos dois isótopos do 117. Ambos contam com 117 prótons, mas um tem 176 nêutrons e o outro, 177.

O nome elemento se encaixa, na tabela periódica, entre o 116 e o 118, ambos já descobertos, mas também ainda sem nome oficial: o último elemento a ser batizado foi o 112, chamado copernício.

Mendelev ficaria bastante orgulhoso desta nova descoberta científica, pois o mesmo previra que diversas lacunas presentes em sua criação, a Tabela Periódica, seriam preenchidas no futuro com a descoberta ou identificação de novos elementos, que eram completamente desconhecidos no século XIX. Muitas vezes, não havia como descobri-los por falta de equipamentos adequados e nem mesmo tecnologia como a microscopia de varredura eletrônica, por exemplo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Enigma


Uma família de tartarugas


Num jardim vive uma família de 4 tartarugas.
Pesam em conjunto 16 kg.
A tartaruga mãe pesa metade da tartaruga pai, e as tartarugas filhas pesam, cada uma, metade da tartaruga mãe.

Quanto pesa cada tartaruga?

Quem está em movimento



segunda-feira, 31 de maio de 2010

Susbstâncias Puras e Misturas

Corrente Elétrica

Faça um tour virtual pela exposição "Corpos"

3D pode fazer mal à visão?



Domingo, Maio 09, 2010 Postado por Rodrigo Alhadef

Espectadores vão ao cinema na espera de curtir um bom filme com uma infinidade de imagens saltando da tela. Mas, no lugar da satisfação que isso deveria causar, alguns sentem uma tremenda dor de cabeça e náuseas insuportáveis. Já aconteceu com você? Não se preocupe, várias pessoas já passarm pelo mesmo problema. O elevado número de pessoas reclamando de incômodos deste tipo tem feito alguns pesquisadores começarem a investigar os efeitos dos filmes 3D na visão.


Mas por que, afinal, há o incômodo relacionado às imagens em 3D? Ao olhar uma imagem em três dimensões na tela do cinema, o que você vê, na verdade, são duas imagens um pouco deslocadas horizontalmente uma da outra - o filtro nas lentes dos óculos faz com que cada olho capte uma delas. O cérebro une essas duas imagens em uma só, gerando a noção de profundidade. O mecanismo é o mesmo no dia a dia: os olhos se movimentam dentro da cavidade ocular. Eles vão um pouco para dentro ou para fora e as retinas se adaptam para que a mesma imagem esteja no centro. A isso chamamos de convergência - é esse o processo que nos dá a noção de profundidade.


A diferença entre a tela do cinema e a vida real, é que, quando observam objetos reais, seus olhos também se acomodam a uma diferença de foco, já que as imagens estão de fato a distâncias diferentes. No 3D essa distância é falsa - os objetos estão todos no mesmo plano, na tela. Por isso, pesquisadores acreditam que algumas pessoas podem ter problemas de ajustamento entre a acomodação e a convergência dos olhos.


“Os espectadores têm de focar a uma distância (aquela entre a tela e os olhos), mas convergir a outra (aquela em que os objetos 3D parecem estar). Isso deve ser a causa do desconforto. No 3D, a ligação natural entre convergência e acomodação está quebrada”, disse à Technology Review o professor optometria da Universidade da Califórnia, Martin Banks. Ele e sua equipe trabalham no desenvolvimento de um equipamento capaz de resolver esse problema. Esperam restaurar a defasagem com uma lente diante dos olhos que focaria os objetos da tela antes deles chegarem à retina.


Sobre a possibilidade de danos permanentes, o oftamologista e professor da Unifesp Augusto Paranhos tranquiliza. “A rigor, não existe nenhum distúrbio definitivo por assistir 3D demais. O que existe é um mal-estar momentâneo, que vai levar a pessoa a se sentir indisposta e parar de assistir”, diz. O desconforto, em sua opinião, funcionaria como uma espécie de proteção contra danos. “Não acredito que alguém vá continuar insistindo em algo que cause náuseas e dores de cabeça. A pessoa vai se sentir mal e parar de assistir 3D. O próprio mal-estar acaba limitando as conseqüências”.


Paranhos cita outras três situações em que o mal estar pode ocorrer e alguns passos que você deve seguir antes de se preocupar.


1) Se você estiver mal posicionado no cinema (ou diante do televisor), as imagens chegam aos seus olhos em um ângulo desfavorável. Troque de lugar.

2) Se você mudar de lugar e não adiantar, existe a possibilidade de o 3D ser mal feito. As imagens relativas ao olho esquerdo e ao olho direito devem estar levemente deslocadas horizontalmente uma da outra. Se houver qualquer tipo de desvio vertical, por menor que seja, seus olhos terão dificuldades de adaptação e você se sentirá mal. Desista do filme.
3) Se todo filme que assiste causar-lhe mal estar, talvez você tenha um probleminha de convergência nos olhos. Somente neste caso é preciso procurar um oftalmologista.

Fonte: Revista Galileu
por Mariana Lucena

domingo, 13 de dezembro de 2009

Recadoseglitters.com

Originado de: Recados e Glitters - Scraps para orkut


Férias!

Obrigado a todos que visitaram o meu blog nesse ano de 2009 um feliz natal e um próspero ano novo, em 2010 voltaremos com muitas novidades, aguardem, Um abraço a Todos.
PARABÉNS A HENRIQUE PATRIOTA UPE 2010 MATEMÁTICA e a
LUANA ROBERTA UPE 2010 PSICOLOGIA.